Cinema portátil - Miniprojetores viram tendência


Na tecnologia contemporânea, os projetores ficam cada vez mais diminutos — e não irá demorar muito para que você possa, por exemplo, projetar vídeos diretamente do seu celular ou iPod.

Um dos primeiros projetores realmente compactos foi o Toshiba TDP-FF1AU, anunciado em 2006, nos Estados Unidos. Ele trazia, além da lâmpada com durabilidade de 10 mil horas de projeção, uma pequena tela para receber as imagens projetadas.




Já o Samsung MBP-100 é atual: foi lançado no mercado sul coreano em março. Capaz de projetar imagens em até 20 polegadas (e em 10 Ansi lumens, unidade de luminosidade da projeção), funciona acoplado a um telefone celular ou MP3 player. Custa cerca de US$ 300.


O componente que permite à Samsung oferecer o projetor MBP-100 é fabricado pela 3M. De tamanho diminuto (cabe facilmente na palma de uma mão), a peça pode começar a ser embutida em celulares em breve — e facilitar a projeção com mobilidade.


Além de celulares, projetores compactos já são vendidos com suporte a cartões de memória. O modelo da foto, batizado de Micro Projector, funciona à base de quatro pilhas AA. Na foto, a entrada para cabos de vídeo do projetor e o slot para cartão de memória do gadget — que traz, ainda, um pequeno alto falante para o som das projeções.


A miniaturização dos projetores também faz parte do protótipo do designer Stefano Casanova: um celular com sistema Windows Mobile e projeção embutida. Para ativá-la, basta girar seu display LCD.


No site do Pico Projector, imagem simula seu uso numa partida de videogame. Basta um cabo para transformar a partida de tênis virtual em uma competição mais realista.


O Oio também é um protótipo de miniprojetor portátil. É de autoria de uma empresa israelense chamada Explay. No site oficial, o fabricante diz se tratar do "menor projetor portátil do mundo".


Imagem divulgada pela Explay mostra como o dispositivo Oio funcionaria quando ativado e posicionado contra uma parede branca.


Fonte:TechNet

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Microsoft libera sistema operacional para download

Interessados podem baixar o Singularity, sistema experimental não-Windows da empresa.
O Singularity foi desenvolvido do zero por um grupo de pesquisa da Microsoft, que começou a trabalhar nele em 2003. Como não havia a obrigação de o sistema ser compatível com o Windows, o grupo teve bastante liberdade para inovar. Foi escrito quase totalmente numa versão estendida da linguagem C#. A Microsoft diz que o objetivo do projeto é criar novas tecnologias em linguagens de programação, compiladores e ferramentas.

Compare Preços: Computadores e Sistemas

O projeto envolve, também, alguma experimentação com arquitetura. Quase todos os sistemas operacionais atuais - incluindo Linux, Unix, Mac OS e Windows - têm sua arquitetura básica derivada do Multics, criado nos anos 60. O Singularity segue um modelo diferente. Segundo a Microsoft, cada aplicativo, driver de dispositivo ou componente do sistema roda num processo isolado por software, ou SIP. O sistema não permite que os SIPs compartilhem memória ou modifiquem seu próprio código. A comunicação entre SIPs é feita por um sistema de mensagens. O resultado, ao menos na teoria, é uma plataforma mais robusta e segura que o Windows.




O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.

O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.

Fonte: TechNet

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