O celular caiu na água; e agora?

Uma pesquisa divulgada no ano passado pela empresa SimplySwitch mostrou que só no Reino Unido, 855 mil aparelhos celulares rolam privada abaixo todo o ano. Outros 16 mil vão parar em lavadoras de roupas ligadas. Os números correspondem a 2 em cada 10 celulares comprados no país.

Se você já passou pela situação constrangedora de tentar resgatar o aparelho de um vaso sanitário ou se ele já caiu na piscina, mar ou foi para a máquina de lavar roupas, conheça algumas dicas para tentar recuperá-lo caso o episódio volte a acontecer:
A primeira providência a ser tomada, segundo o gerente de Care da Nokia, Túlio Werneck, é remover a bateria e secar o aparelho. Tente chacoalhá-lo sobre uma toalha e seque todas as áreas possíveis.

"Recebemos muitos celulares que foram parar no forno microondas ou foram secados com secadores de cabelo assim que caíram na água. Ambas as práticas são extremamente proibidas, pois podem causar curto-circuito ou a perda total do aparelho", alerta Henrique de Freitas, gerente de marketing e produtos da Motorola.

Também é preciso deixar a curiosidade de lado e não recolocar a bateria e ligar o celular. "Ligar o equipamento para ver se ainda ver se ele funciona pode danificá-lo completamente", explica.

Os fabricantes recomendam que o aparelho seja levado à uma assistência técnica antes de ser ligado. Vale lembrar que, quando um aparelho cai na água, perde a garantia. Assim, será preciso pagar pelo conserto —se tiver.

Chip em ordem

Diferente da bateria, os chips são acessórios mais resistentes. Retire-o do aparelho e seque-o também. Tente testá-lo em outro celular. Se você costuma salvar os contatos da agenda telefônica direto no chip, não terá problemas com seus contatos caso o celular não volte a funcionar.

As operadoras de telefonia e alguns serviços na Web permitem criar um backup da agenda de contatos. Alguns são pagos, outros são gratuitos.

Fonte: Uol

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Onde estão os doutores brasileiros?

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), um órgão de pesquisas e aconselhamento do Governo Federal, apresentou o primeiro estudo que faz um mapeamento detalhado de onde estão os doutores formados no Brasil.

O estudo cruza dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com os registros da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que as empresas obrigatoriamente preenchem uma vez por ano.

"A área de formação de Recursos Humanos é o esteio da base técnico-científica brasileira e está carente de reflexões mais amplas, que cruzem os entendimentos institucionais, as várias agências e saiam de um debate meramente operacional para a construção de uma visão estratégica mais encorpada", avalia Antonio Carlos Galvão, diretor do CGEE e supervisor do projeto.

Formação de doutores no Brasil

Em 2004, o Brasil formou um total de 8094 doutores em todas as áreas, ocupando o 10º lugar no mundo, atrás de países como os EUA, Rússia, Alemanha, China, Reino Unido e Índia. O Brasil cai para a 27ª posição quando se analisa o número de doutores formados por cada 100 mil habitantes. A previsão do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) é de que o país forme 16 mil doutores no ano de 2010.


Já em 2006 o número de doutores titulados no Brasil corresponde a mais de 1/5 dos titulados nos EUA - líder mundial na formação de doutores. A taxa é muito elevada, pois a economia brasileira representa 1/8 da estadunidense.

"O crescimento da pós-graduação brasileira é absolutamente espetacular em termos internacionais. Tem qualidade, quantidade e diversidade que poucos países em desenvolvimento têm", afirma Eduardo Viotti, um dos autores do estudo. "No entanto", continua, "precisamos pensar em formas diferentes de interferir na dinâmica da pós-graduação, que não seja aquela dada apenas pelos interesses acadêmicos, pois os mestres e doutores já não encontram emprego exclusivamente nas universidades."
Áreas de formação e geográficas

O trabalho destaca as Ciências Agrárias: em 2003, titularam-se 1.026 doutores na área - número só ultrapassado pelo Japão, EUA e Índia. As outras áreas que mais titulam doutores são Ciências da Saúde, Ciências Humanas e Ciências Biológicas.

São Paulo é o estado que mais forma doutores - 15.711, entre 1996 e 2003; mas só 9.122 permaneceram no estado. Muito abaixo vêm os estados do Rio de Janeiro, também um "exportador líquido" de doutores, e Minas Gerais. Alguns estados não apresentavam nenhum doutor formado no período, como Acre, Tocantins, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul.
Universidades, governo e desempregados

O estudo constata que, entre os doutores que têm empregos formais, quase metade (44%) se concentra na área de educação - universidades e escolas. Fatia quase igual (43%) ocupa cargos na administração pública, defesa e seguridade social.

Um dado a ser analisado é que 37% dos doutores não estão registrados como empregados formais. "Nessa percentagem, estão doutores que acabaram de se formar e ainda não tiveram tempo de fazer concurso para professor ou que ainda não encontraram emprego porque estavam desempregados antes.", explica Viotti.

O estudo mostra também que o fato de os pós-graduados não encontrarem empregos apropriados prejudica a contribuição que poderiam dar ao avanço do conhecimento. Uma das dificuldades para a empregabilidade de mestres e doutores resulta de sua formação não se enquadrar aos requisitos do mercado. "O momento é muito especial. Há uma mudança na composição da nossa população, uma série de transições em curso. A base técnico-científica tem que ser pensada no contexto dessas referências sociais", completa Galvão.

Desdobramentos

"Podemos desenvolver outros tipos de estudo - por exemplo, sobre a questão da ocupação, ou concentrar a análise em áreas específicas do conhecimento, ou fazer outros cruzamentos com a base Lattes", afirmou Viotti ao finalizar sua apresentação.

Segundo Galvão, há boas perspectivas para o projeto. "Com a conclusão do estudo, teremos uma análise inicial da situação da base técnico-científica brasileira e podemos, assim, no futuro, aprofundar a discussão sobre a relação desse contingente com o restante da população e o desenvolvimento do país". Uma proposta metodológica nesse sentido foi preparada pelo CGEE com o apoio do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG (Cedeplar).


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NASA quer instalar usina nuclear na Lua

A NASA anunciou estar estudando a possibilidade de instalar reatores de fissão nuclear para gerar a energia necessária para a exploração da Lua. A agência espacial norte-americana planeja retomar as missões tripuladas à Lua em 2020.

O projeto de exploração da Lua inclui a instalação de laboratórios e módulos de sobrevivência para que astronautas e cientistas possam passar longos períodos em nosso satélite. Outra possibilidade, ainda não suficientemente delineada, é a utilização das bases lunares como ponto de lançamento de missões tripuladas a Marte.

Reator nuclear para Lua

O reator nuclear planejado para ser instalado na Lua terá uma capacidade de geração de 40 kilowatts de potência, o que é suficiente para abastecer cerca de oito residências terrestres.

A fissão nuclear consiste na divisão de átomos de urânio no interior de um reator, gerando calor que é utilizado para movimentar um gerador de eletricidade. O processo é exatamente o mesmo das usinas nucleares terrestres, embora o reator lunar seja mais simples.

Unidade de demonstração tecnológica

"Nosso objetivo é construir uma unidade de demonstração tecnológica com todos os componentes principais de um sistema de geração elétrica à base de fissão na superfície e conduzir os testes não-nucleares de integração de sistemas em uma unidade terrestre," explicou Lee Mason, que vai coordenar os estudos.

"Nosso objetivo de longo prazo é demonstrar a disponibilidade técnica no início da próxima década, quando se espera que a NASA decida qual o tipo de sistema de geração de energia será utilizado na superfície lunar," diz ele.

Aproveitamento do calor

Os estudos vão se concentrar principalmente na tecnologia utilizada para o aproveitamento do calor gerado pelo reator nuclear. Dois enfoques principais têm a preferência dos engenheiros da NASA. O processo de avaliação das duas opções deverá durar um ano, quando uma delas será escolhida.

O primeiro utiliza dois motores de pistões opostos acoplados a alternadores. Cada um dos pistões consegue movimentar alternadores capazes de gerar 6 kilowatts, com um total de 12 kilowatts para cada motor instalado.

O segundo conceito utiliza um motor Brayton de ciclo fechado, que utiliza uma turbina de alta velocidade e um compressor acoplado a um alternador rotativo. Cada unidade destas também é capaz de gerar 12 kilowatts de potência.

Reator subterrâneo

O reator nuclear lunar, por ter menos potência do que os utilizados nas usinas nucleares terrestres, também tem um projeto mais simples. Suas dimensões não são muito maiores do que uma lata de lixo de escritório, dispensando as grandes torres de concreto de isolamento vistas nas usinas da Terra.

O reator propriamente dito ficará enterrado, utilizando o solo lunar como uma proteção contra a radiação. Os motores ou turbinas, que converterão o calor em eletricidade, ficarão instalados em uma torre acima do reator. As grandes aletas que se pode ver na ilustração serão responsáveis pela dissipação de qualquer calor que não tenha sido aproveitado na geração de eletricidade.


Fonte: Inovacao

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Fatboy Slim encontra corpo boiando no mar

O DJ Norman Cook, mais conhecido como Fatboy Slim, encontrou um corpo boiando no mar de Brighton, Inglaterra, onde tem uma casa, segundo informações do jornal Daily Star.

O músico nadava com seu filho Woody, 7, quando se deparou com o cadáver. Ele chamou a polícia em seguida.

Segundo ele, não é raro ver corpos boiando em Brighton. Este foi o terceiro que ele afirma ter encontrado no local.

"Pessoas costumam pular de uma ponte próxima e acabam se afogando", disse.



Fonte: Terra

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Japão tem melhor banda larga do mundo; Brasil está fora da lista

Um estudo realizado pelas universidades de Oxford e Oviedo estabeleu o ranking dos 10 países com melhor desempenho em conexão banda larga. A pesquisa realizada com patrocínio da Cisco Systems se baseou em medições feitas pela Speedtest.net, serviço que ajuda o consumidor a testar sua conexão.

Em maio, foram recolhidos mais de oito milhões de testes que combinaram dados de velocidade de upload, download e latência. O primeiro colocado no "índice de qualidade de banda larga" foi o Japão. O país oferece a melhor infra-estrutura web do mundo.

Os melhores desempenhos da Europa em termos de conexão ficaram com Suécia e Holanda. Já países como Reino Unido, Espanha e Itália oferecem velocidades de banda larga inferiores às necessárias para o uso de diversos aplicativos.

Estados Unidos e Rússia aparecem nas 16° e 17° colocações respectivamente. Não foi divulgada a posição do Brasil no ranking.

O diretor executivo da Cisco, Fernando Gil de Bernabe, disse que uma das maiores surpresas foi a Letônia, que ocupa a quarta posição mesmo possuindo menos domicílios com serviço de banda larga. O ranking não considerou o custo do serviço em cada país.

Os 10 países com melhor qualidade de banda larga são:

1. Japão
2. Suécia
3. Holanda
4. Letônia
5. Coréia do Sul
6. Suíça
7. Lituânia
8. Dinamarca
9. Alemanha
10. Eslovênia

Fonte: Adnews

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Sincronize o seu navegador em casa e no escritório

Se você tem a necessidade - ou o desejo - de ter acesso aos mesmos sites favoritos nos computadores de casa e do escritório, por exemplo, algumas ferramentas podem ajudá-lo. Confira:

Google Browser Sync

A melhor ferramenta para manter o navegador sincronizado em mais de um computador está disponível somente para o Firefox - o que não deixa de ser mais um motivo para adotar o concorrente alternativo do Internet Explorer. Além dos bookmarks, ele sincroniza histórico, abas, cookies e até senhas de login (protegidas por encriptação).

Com o Google Browser Sync, O usuário tem praticamente o mesmo navegador em todas as máquinas que desejar. A única exceção são as extensões do Firefox, que não são sincronizadas. Para utilizar este programinha - na verdade, também uma extensão -, é necessário criar uma conta do Google.

# Baixe o Google Browser Sync

Pluck

Para os adeptos do Internet Explorer, a melhor opção é um software chamado Pluck. Ele nasceu como um leitor de RSS, mas foi ganhando diversas funcionalidades, entre as quais, a possibilidade de manter os Favoritos sincronizados.

O acesso aos "bookmarks" do IE não é tão transparente como no Google Browser Sync. Depois de instalado, o Pluck importa os sites do usuário e mostra-os em uma barra lateral. Eventuais alterações são são reproduzidas nos Favoritos do IE, mas somente no programinha.

No final das contas, o forte do Pluck é mesmo o leitor de RSS, que também é sincronizado. O programa também está disponível em forma de extensão para Firefox.

# Baixe o Pluck


Fonte

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